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MP multa Banco do Brasil e Bradesco em R$ 12 milhões por não garantir segurança

O Programa de Proteção e Defesa do Consumidor do Ministério Público da Paraíba (MP-Procon) proferiu decisão administrativa aplicando multa ao Banco do Brasil e ao Bradesco no valor de R$ 6 milhões cada um por infringirem o Código de Defesa do Consumidor ao não tomarem as medidas necessárias para garantir segurança eficiente no interior de suas agências e locais de funcionamento de caixas eletrônicos, gerando sensação de insegurança e impotência à coletividade.
Segundo o diretor regional do MP-Procon de Campina Grande e Promotor de Justiça de Defesa do Consumidor, José Leonardo Clementino Pinto, o órgão instaurou procedimentos administrativos a partir de dados levantados pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (GAECO), do MPPB, que catalogou 129 e 175 infrações penais contra agências e terminais do Banco do Brasil e Bradesco, respectivamente, no período de janeiro de 2011 a abril 2015, incluindo roubos, explosões e arrombamentos.
"Em virtude dessas ações criminosas, a sociedade paraibana foi e continua exposta a um quadro permanente e estável de violência bancária, tanto no interior das agências quanto nos caixas eletrônicos. Além disso, na grande maioria dos municípios em que verificadas tais práticas, impõe-se aos cidadãos o ônus da falha do sistema de segurança do banco, na medida em que ficam sujeitos à completa ausência de prestação dos serviços bancários por longos períodos", diz o promotor na decisão lembrando que nos pequenos e médios municípios existem apenas uma agência dos referidos bancos, de modo que o fechamento das agências para realização de perícias, reformas estruturais e substituição de equipamentos resulta na interrupção do serviço essencial nessas localidades, afetando milhares de consumidores que comumente ainda realizam suas operações bancárias de forma presencial, interrompendo, assim, a continuidade do serviço essencial prestado.
O promotor destaca ainda que os dados levantados pelo Ministério Público evidenciam a superficialidade e insuficiência das medidas de segurança adotadas pelos dois bancos, resultando na inobservância do dever legal de segurança, uma vez que a atividade bancária, pela sua natureza, desenvolve atividade de risco inerente ao negócio, respondendo objetivamente pelos danos causados não apenas a seus clientes, mas também a coletividade, exposta a uma situação permanente de risco gerada pela omissão e baixo investimento em segurança nas agências, correspondentes e terminais bancários administrados pelas instituições financeiras.
Durante o procedimento administrativo, o Banco do Brasil e o Bradesco foram notificados para apresentar defesa. O Banco do Brasil respondeu que tinha adotado medidas de segurança tais como instalações de biombo de privacidade nos caixas, instalação de câmeras externas e de alarme de pânico em todos terminais de caixa, entre outras. Já o Bradesco informou que adota todas as medidas estabelecidas pelas Leis Federais 7.102/83 e 10.228/2013.
Conforme o Promotor, essas medidas exigidas pela lei constituem o mínimo legal que os bancos têm de observar e que compete às instituições financeiras disponibilizar medidas de segurança complementares notadamente quando se tem conhecimento que as medidas atualmente adotadas pelos bancos são insuficientes para alterar o panorama de violência decorrente de suas atividades neste Estado. No caso do Bradesco e do Banco do Brasil, eles não apresentaram medidas que pudessem reduzir substancialmente o número de ocorrências. Além disso, o Bradesco e o Banco do Brasil investiram em 2014, respectivamente, 3,6 e 8,9% dos lucros líquidos em segurança, sendo que o Bradesco apresentou um lucro líquido de R$ 15 bilhões e o BB de R$ 11 bilhões no ano passado.
No Estado da Paraíba ainda se verifica uma especial falta de atenção dos bancos na questão da segurança, permitindo colocá-lo na vice liderança no Nordeste (atrás apenas da Bahia) e como sexto Estado com mais violência bancária no país, na frente de unidades federativas muito mais populosas e desenvolvidas, como Rio de Janeiro, Distrito Federal e os vizinhos Ceará, Rio Grande do Norte e Pernambuco.
Como as duas instituições financeiras não demonstraram qualquer interesse numa solução consensual com o Ministério Público a respeito do procedimento administrativo, foi aplicada para cada um multa no limite máximo permitido pela Lei Complementar Estadual 126/2015, que é de R$ 6 milhões.

Reparação
Na decisão, o Promotor José Leonardo Pinto ressalta que, de acordo com o Código de Defesa do Consumidor, os prestadores de serviços respondem, independentemente da existência de culpa, pela reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos relativos à prestação de serviços e que o serviço é defeituoso quando não oferece a segurança que o consumidor dele esperar.
O promotor destaca ainda que a atividade desenvolvida pelos bancos naturalmente se constitui em atrativo a marginais e quadrilhas organizadas. "Não há dúvida de que quem exerce esse tipo de exercício econômico funcional atrai para si riscos correspondentes. Ao negar a prestação de serviço com medidas de segurança eficazes e índices de ocorrências aceitáveis, a instituição requerida prevarica em deveres de segurança (deixar de investir em novas formas de proteção contra a ação de delinquentes) e repassa o risco ao consumidor", relata o promotor.
Ainda segundo o diretor regional do MP-Procon, não é obrigação do Estado fornecer segurança privada no interior e imediações das agências ou em outros estabelecimentos nos quais sejam instalados terminais bancários, uma vez que a responsabilidade primária pela segurança é exclusiva do próprio estabelecimento, não podendo ser transferida ao Estado. "O Estado não presta serviço particular de segurança a instituição financeira, não sendo o policial militar vigilante bancário". Desse modo, não procede a defesa dos bancos em querer imputar responsabilidade exclusiva do poder público.

Novas decisões         
Segundo José Leonardo Pinto, nos próximos 15 dias mais quatro grandes bancos deverão ser multados caso não celebrem termo de ajustamento de conduta reconhecendo falhas de segurança com as medidas atualmente adotadas e se comprometendo a adotar medidas suficientes a reduzir consideravelmente as ocorrências, sendo que a previsão é que o total de multas ou indenizações aplicadas, ao final do trabalho, deve ultrapassar R$ 20 milhões de reais, dinheiro que deverá ser revertido para fundo difuso de proteção aos direitos do consumidor com vistas ao aprimoramento dos mecanismos de proteção e fiscalização.                       

MP-Procon
O MP-Procon foi criado pela Lei Complementar Estadual 126/2015 e tem como atribuições, entre outras, apurar e processar notícias de fato e reclamações, prestar aos consumidores orientação permanente sobre seus direitos e garantias e fiscalizar as relações de consumo, aplicando as sanções administrativas previstas na legislação brasileira.
O diretor-geral do órgão é o Promotor de Justiça Glauberto Bezerra; a vice-diretora, a Promotora Priscylla Maroja e como diretor regional o Promotor José Leonardo Clementino.

Fonte: NoticiasPB190 / ClickPB

João Pessoa é a segunda Capital do Brasil onde mais se mata jovem

Levantamento do Mapa da Violência 2015 apontou que João Pessoa é a segunda Capital brasileira onde mais morre jovens, ficando atrás apenas de Maceió. Os dados foram coletados com base em 2012 e divulgados nesta quinta-feira (14). A pesquisa apontou ainda que Santa Rita lidera ranking dos 100 municípios com mais de 50 mil habitantes com as maiores taxas de morte jovens negros.
Conforme o levantamento com dados oficiais de 2012, mais de 42 mil pessoas foram vítimas de armas de fogo no Brasil – uma média de 116 mortes/dia –, das quais 94,5% (40.077) foram resultado de homicídios.
De acordo com o sociólogo Julio Jacobo Waiselfisz, autor do relatório, trata-se do maior número de vítimas e de assassinatos registrados pela série histórica do Mapa da Violência, que começou a reunir os dados em 1980.
A secretária nacional de Segurança Pública, Regina Miki, reconheceu que o país enfrenta um quadro “desesperador” em relação ao número de mortes por armas de fogo e homicídio. “O problema existe, está colocado, não há contestação [por parte do governo federal]. É uma coisa que o governo já vem apontando há tempo, razão pela qual decidamos trabalhar, junto com os governos dos estados, em um pacto para redução dos homicídios”, disse Regina.
Ela também criticou a possibilidade de flexibilização do Estatuto do Desarmamento, ressaltando que as armas de fogo têm como única finalidade provocar morte. “A arma que mais mata no Brasil não é aquela que vem de fora, mas é a fabricada no Brasil. Os dados mostram que 85% das mortes por arma de fogo no país são com [revólver de calibre] 38 fabricado no país. Ou seja, nós mesmos somos aqueles que fabricamos, desviamos o caminho dessas armas. Temos que mudar isso.”

Fonte: NoticiasPB190/ Portal Correio

Grupo é detido dividindo produto de furto de loja no bairro de Tibiri II

Grupo acusado de assalto a uma loja no bairro de Tibiri II, em Santa Rita (Região Metropolitana de João Pessoa) é detido em flagrante, nesta quinta-feira (14), pela Polícia Militar da Paraíba, por meio do 7º Batalhão com apoio do Serviço de Inteligência do 7º BPM, dividindo produto de furto.
De acordo com a PM, os suspeitos estavam reunidos em uma residência, no mesmo bairro, promovendo a "partilha" de joias e perfumes fruto da ação criminosa registrada ainda na manhã desta quinta-feira. Todo o material recuperado dentro da casa e os suspeitos foram encaminhados à 14ª Delegacia Distrital, que fica em Tibiri II.

Fonte: NoticiasPB190/ ClickPB

Motorista perde o controle e colide em outro veiculo na estrada que liga Alhandra a Mata Redonda

Um acidente envolvendo dos veiculo foi registrado no final da manhã desta quinta-feira (14) na PB 034 que liga o município de Alhandra ao povoado de Mata Redonda. De acordo com moradores da comunidade Acais, um motoqueiro que não foi identificado teria sobrado em uma curva, o motorista de um celta identificado por Wando do Lanche teria tentado livra o motoqueiro e acabou perdendo o controle do seu veiculo vindo a colidi com uma Hillux.
Uma equipe do SAMU esteve no local do acidente e prestou os primeiros socorros a vitima e em seguida levou para o Hospital. Esse é mais um acidente registrado na PB 034 um trecho de 12 km bastante perigoso e que tem ceifado diversas vidas. 

Fonte: NoticiasPB190 / Alhandra em foco

Ubam defende a municipalização dos serviços de energia elétrica na Paraíba

A União Brasileira de Municípios (Ubam) enviou Circular Informativa a todos os prefeitos paraibanos, sugerindo a urgente municipalização dos serviços de fornecimento de energia elétrica, objetivando diminuir os custos com a Energisa, já que os pequenos entes federados poderão adquirir energia de outras concessionárias, ou diretamente na Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf), sem necessidade de intermediação de ninguém, o que importará uma economia que gira em torno de 50% dos valores pagos atualmente, além de poderem produzir a geração de energia eólica e solar.
A entidade defende a municipalização e promete consultoria às prefeituras, no sentido de captar outras fontes de energia bem mais baratas, considerando que os municípios não são obrigados a comprarem o produto da Energisa.
Para o presidente da Ubam, Leonardo Santana, os valores cobrados pela Energisa são impraticáveis e comprometem as receitas municipais, além da mesma não prestar um bom serviço, usando o solo das cidades, com os postes e fiação, sem nenhum ônus, o que faz o negócio jurídico se tornar ilícito, conforme preceitua a Lei 8.666 de 1993, que prevê qual relação legal pode haver entre o ente público e o privado.
"Não pode haver beneficiamento ilícito na relação entre as prefeituras e uma empresa privada, tendo em vista que ninguém pode usar o solo ou o espaço aéreo do município gratuitamente. Além disso, cobrando abusivamente e subtraindo lucros exorbitantes e locando esses espaços para outras empresas de TV a Cabo e Internet". Disse ele.
O dirigente municipalista criticou os lucros alarmantes do Grupo Energisa que elevou a receita líquida das suas duas distribuidoras paraibanas (Paraíba e Borborema) em mais de 50%, nos últimos quatro anos.

O faturamento da empresa em 2012 pulou dos R$ 794,5 milhões faturados em 2008 para R$ 1,1 bilhão em 2013, Em termos de receita bruta - ou seja, sem descontar os impostos que foram pagos pela concessionária - a alta foi de 49,6% - aumentando significativamente de R$ 1,1 bilhão para R$ 1,7 bilhão.

Segundo levantamento feito pela Ubam, o lucro da Energisa em 2011 foi da ordem de 209,3 milhões, em 2012, R$ 291,1 milhões, em 2013, a companhia lucrou R$ 202,7 milhões e em 2014 a empresa registrou um total de R$ 304,7 milhões em lucros líquidos. O total lucrado pela Energisa nos últimos quatro anos foi de 1,07 bilhões de reais.

Leonardo lamentou esses lucros que, segundo ele, são subtraídos injustamente num Estado pobre como a Paraíba, sabendo-se que esses recursos não são investidos em nenhum programa social em prol da população, mas servem somente para engordar mais ainda as contas bilionárias de multinacionais que detêm o controle acionário de diversas empresas que atuam no país.

Valores pagos pelos municípios
A Ubam informou que as prefeituras municipais pagaram pelos serviços de fornecimento de energia elétrica prestados pela Energisa, tomando como base os dados do Sistema Sagres do Tribunal de Contas da Paraíba, durante os anos de 2010, 2011, 2012, 2013 e 2014, totalizam um montante de R$ 359.090.693,62.

Segundo o presidente da Ubam, a entidade promoverá seminários em municípios pólos das principais regiões do Estado, no Brejo, Cariri, Curimataú, Litoral e Sertão, com o objetivo de auxiliar os gestores quanto às iniciativas a serem implementadas, visando oficializarem junto às câmaras municipais a municipalização dos serviços de energia elétrica e se buscar outras fontes, nos termos da legalidade e transparência.


Fonte: NoticiasPB190/ ClickPB

População de Santa Rita protesta contra gastos da Prefeitura com festa da padroeira

Os moradores da cidade de Santa Rita estão revoltados com os gastos da Prefeitura Municipal com a festa da padroeira, que está orçada em mais de R$ 800 mil neste ano. O povo questiona o fato de ter dinheiro para financiar entretenimento, enquanto os servidores públicos estão em greve, com salários atrasados. Foi destacado o fato de inclusive o SAMU ter deixado de atender na localidade devido à falta de pagamento. O fato foi discutido, na manhã desta quarta-feira (13), principalmente na rádio 98 FM.
De acordo com as informações, só os valores pagos a cinco atrações musicais ultrapassam R$ 316 mil, são eles: Aviões do Forró - R$ 150 mil, Malla 100 Alça - R$ 50 mil, Gabriel Diniz - R$ 60 mil, Padre João Carlos - 36 mil e Netinho Lins - R$ 20 mil. Além desse montante, falta contabilizar os valores dos cachês de mais oito shows, bem como de serviços de som, iluminação, segurança e limpeza.
As atrações musicais da Festa da Padroeira de Santa Rita de Cássia 2015, que estarão se apresentando a partir do dia 22 de Maio, na Praça Getúlio Vargas, no centro, e na Praça do Povo, em Tibiri Fábrica, foram confirmadas, no final do mês de maio, pelo prefeito Reginaldo Pereira, que parece estar pouco preocupado com as críticas da população santarritense.
O Ministério Público da Paraíba, por meio do procurador-geral de Justiça, Bertrand de Araújo Asfora, anunciou que vai convocar os promotores de Santa Rita para avaliar as denuncias da população com relação aos gastos excessivos da Prefeitura Municipal com a tradicional festa. Já a Câmara Municipal local permanece em silêncio diante da revolta da população que reclama, principalmente, da falta de acesso à saúde e educação de qualidade.


Fonte: NoticiasPB190 / Click PB

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